Cachorra segue enterros em cemitério de Avaré (SP)

Branquinha já é considerada xodó dos funcionários do cemitério

A vira-lata Branquinha é o xodó do cemitério da cidade

Ela acompanha todos os funerais de Avaré, ajuda os funcionários das funerárias, se preocupa com a segurança dos túmulos e ainda presta, à sua maneira, solidariedade às famílias. A descrição não é de uma pessoa e sim de uma cachorrinha. A Branquinha é uma típica vira-lata, mas que segue cortejos fúnebres.

Durante boa parte do dia, ela fica tranquila, sempre embaixo de alguma sombra. Mas quando um dos funcionários pega o carrinho que busca os caixões do velório municipal para o cemitério, ela desperta.

Primeiro, vira uma espécie de guarda de trânsito, correndo atrás dos carros que passam pela avenida em frente ao cemitério. Quando chega a hora do cortejo, ela logo toma a dianteira e acompanha a caminhada até o túmulo.

Sem descanso

A atitude da cachorra é a mesma todos os dias do ano, sem descansar nem aos fins de semana ou nos feriados.

Pelas contas de quem trabalha no local, a Branquinha está no cemitério há uns cinco anos. Mas o que ninguém consegue entender é o porquê dela ter uma atitude tão curiosa como essa.

Carlos Antônio Dias, dono de outra funerária, se surpreende:

Sempre ao seu lado?

Será que a história dela é parecida com a do Akita Hachi, o cão japonês que esperou pelo tutor na estação de trem mesmo depois que ele faleceu? Essa história foi mostrada no filme

O coveiro João Caetano dos Reis acha que sim, já que ela não sai de perto de um dos túmulos do local.

Com esse comportamento pra lá de curioso, a Branquinha se tornou mais do que uma companheira. <É o xodó do cemitério<, diz Carlos Antônio. Já o coveiro vai além na declaração de amor:

 

Fonte: G1

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