Entrada da casa do suspeito de matar o cachorro

Homem disse que não tinha intenção de matá-lo e está arrependido

O homem acusado de bater em um cachorro até a morte em Lins, no interior de São Paulo, se defendeu na manhã desta quinta-feira (14). Segundo informações da polícia, que investiga o caso, em depoimento ele contou que pegou o cachorro, da raça poodle, na rua para cruzar com a cadela que tem em casa, mas os animais teriam se desentendido e ele chutou o cão, que acabou morrendo. Ele contou ainda que colocou o cachorro em um saco de lixo e o corpo foi levado pelos lixeiros.

Hoje, em entrevista a equipe de reportagem da TV Tem, afiliada da Rede Globo, o homem confirmou a história, mas, se defendeu.

A polícia chegou até ele na terça-feira (13) após a denúncia dos tutores do animal, que desapareceu no último domingo (11). De acordo com o delegado Luiz Roberto Bertozzo, o homem vai responder por crime ambiental, com pena que varia de 3 meses a um ano.

O corpo do cachorro ainda não foi encontrado, mas, o delegado garante que o homem vai responder pelo crime da mesma forma.

Indícios de maus-tratos

Vizinhos do homem contam que não é a primeira que ele maltrata um cachorro. Uma das vizinhas, que preferiu não se identificar, disse que já presenciou outras agressões.

Ela conta ainda que já tentou denunciar o homem, mas, precisava se identificar e ficou com medo da reação dele.

Sobre o caso

A tutora do poodle, Jucelen Lilian dos Santos, contou que Luck, como era chamado o cachorro, costumava sair de casa, mas, sempre voltava minutos depois.

A dona de casa disse ainda que na terça-feira (13) recebeu uma ligação de vizinhos do homem que teria pego o cachorro.

Depois das suspeitas de que o animal tinha sido morto, o marido de Jucelen registrou boletim de ocorrência e os policiais foram até a casa do suspeito, que confessou o que tinha acontecido. A família está chocada com o que aconteceu. A tia de Jucelen, Maria Gorete Cavina, contou que quem mais sofre é o filho da dona de casa, de apenas 13 anos.


Conexão Pet
espera que o agressor seja punido. E mais uma vez apelamos: não deixem seus animais saírem de casa desacompanhados.

 

Fonte: G1

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